Normas internacionais de contabilidade para as PMEs

O Conselho Federal de Contabilidade divulgou hoje o documento completo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) para as pequenas e médias empresas – que correspondem a 98% das pessoas jurídicas do País.

O material, com 225 páginas, foi aprovado pelo CFC no último dia 4 de dezembro, e representa menos de 10% do documento de três mil páginas voltado às grandes empresas. No Brasil as companhias de capital aberto serão obrigadas em 2010 a usar a IFRS para a sua contabilidade. Já as PMEs estão apenas sendo incentivadas a migrar a sua contabilidade para o novo modelo. A IFRS é a norma usada por toda a comunidade européia e os EUA pretendem adotá-la até 2014.

Com essa mudança as demonstrações contábeis poderão ser entendidas em qualquer lugar do mundo, mas principalmente, levará a empresa para um nível de maior transparência e, por consequência, de mais confiança por parte dos próprios sócios, investidores e instituições bancárias. E, a longo prazo, facilitará em muito o trabalho dos contadores.

Para quem quer começar a entender melhor esse assunto que deverá ser pauta de futuras reuniões de administradores e donos de PMEs, pode baixar o documento no seguinte endereço:
http://www.cpc.org.br/pdf/PME.pdf

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Preparando-se para o PAF-ECF

O Contas PDV, o complemento do Contas ERP para emissão de cupom fiscal, já está homologado como PAF-ECF.

PAF-ECF é o Programa Aplicativo Fiscal que trabalha interligado ao Emissor de Cupom Fiscal. No passado cada Estado determinava as normas e regras a serem aplicadas sobre tais aplicativos. Visando centralizar e extinguir as diferenças entre as normas e regras exigidas pelos diferentes estados para o PAF, foi publicado pelo fisco o Convênio ICMS 15/08 e o Ato COTEPE 06/08 de âmbito nacional onde é determinado que todo Programa Aplicativo Fiscal deve passar por uma Análise Funcional em um órgão técnico credenciado para que o mesmo possa ser utilizado no varejo. De posse do laudo da análise funcional a Software House deverá cadastrar a versão aprovada do programa aplicativo nos estados onde deseja atuar. Vale ressaltar que alguns estados podem não exigir tal análise. Notamos esta tendência nos estados de São Paulo e Mato Grosso.

Principais mudanças exigidas pelo Ato COTEPE 06/08 que o PAF deverá contemplar:

  • Gerar um arquivo eletrônico de periodicidade diária, assinado digitalmente para garantir que as informações contidas no mesmo foram geradas pelo PAF
  • Fazer o controle criptografado do GT (grande total) e do número de série do ECF, impedindo assim a troca de ECF entre PDVs
  • Controlar um tempo máximo de diferença entre o relógio do PDV onde é executado o PAF e o relógio do ECF.
  • Funcionar também “stand alone”, desconectado da rede local
  • Permitir o registro de Nota Fiscal ao consumidor final no caso da impressora fiscal não estar funcionando

Novas siglas para os documentos:

  • Auto-serviço – forma de atendimento em que o consumidor escolhe os produtos e leva ao caixa.
  • Pré-venda (PV)– forma de atendimento em que o consumidor escolhe os itens e recebe um código ou senha de identificação e se dirige ao caixa para pagamento.
  • Documento Auxiliar de Venda (DAV) – é um tipo de documento emitido e impresso antes de terminar a operação de compra, para atender as necessidades operacionais do estabelecimento comercial. Serve para operações como orçamento, pedido, ordem de serviço, etc. O DAV não substitui o Cupom Fiscal, que deverá ser emitido. O DAV não pode ser usado em bares e restaurantes.

Há regras definidas para diversos ramos de atividade, conforme suas peculiaridades, como por exemplo: postos de combustíveis, bares, restaurantes, farmácias de manipulação, oficina de consertos e transportes.

A partir de 01 de Outubro de 2009 qualquer nova instalação ou atualização de impressora fiscal (ECF) em qualquer estabelecimento comercial ou de serviço só será permitida para Programa Aplicativo Fiscal homologado pela RFB.

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Enfoque estratégico das demonstrações contábeis

Sobre os indicadores de monitoração da estratégia da empresa, indico a leitura de um artigo “Demonstrações Contábeis são ferramentas relevantes na gestão estratégica” do Prof. Armando de Santi Filho, onde ele apresenta um modelo de demonstração das Atividades Operacionais da DFC pelo método indireto.

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SCRUM – Gestão ágil de projetos

Estudando os princípios que norteiam o método de organização pessoal GTD, fica mais fácil entender as metodologia ágeis de trabalho e promover seu uso em nossas empresas. Pela compreensão, não pela obrigação.

Ser ágil não significa trabalhar mais rápido do que o ritmo natural de cada um. Significa ter a mente clara, limpa das centenas de tralhas que nos chegam por email, msn, correio, conversas, etc. e liberar nossa capacidade de trabalho e mantê-la focada no que realmente importa. Ter um sistema de organização, é vital para a nossa produtividade, seja ele manual ou informatizado, que nos auxilie a priorizar as tarefas e a lembrar dos compromissos que surgem a partir daí.

E o SCRUM se propõe a isso, permitir a visualização do que realmente importa em um projeto, focalizando o esforço de trabalho em uma tarefa por vez, facilitando o gerenciamento visual dos obstáculos e, principalmente, acesso à parcelas práticas de um produto final, para um verdadeiro exame das suas possibilidades.
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GTD – Fazendo as coisas acontecerem

Você também gostaria de manter sua mente clara como um dia de sol e permanever num estado produtivo sempre que quiser? Bom, é para essa direção que aponta o método GTD.

Esse método está bem explicado no livro “Getting Things Done” de David Allen, que no Brasil foi lançado como “A Arte de Fazer Acontecer”. Não se trata de nenhuma idéia mirabolante que você nunca ouviu falar. O GTD é um método de organização pessoal de puro bom senso, criado a partir da observação de pessoas reais como eu e você.
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